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Etiquetas de gôndola na impressora comum: preço certo sem impressora térmica

Como imprimir etiquetas de gôndola em folha A4 adesiva na impressora que você já tem: perfis de folha, calibração fina e fila de reimpressão quando o preço muda.

Preço visível na gôndola não é capricho — a legislação de indicação de preços (Lei 10.962/2004 e normas correlatas) e a fiscalização local cobram clareza. O jeito clássico, impressora térmica de etiquetas dedicada, custa caro para quem está começando. A alternativa que o KiPDV cobre: folha A4 adesiva na impressora comum que já está no balcão.

Folha adesiva + impressora que você já tem

Papelaria vende folha A4 picotada em etiquetas (Pimaco e similares) em dezenas de formatos — 2, 3, 4 colunas, alturas variadas. Jato de tinta ou laser, tanto faz: o que importa é o sistema saber onde cada célula da grade fica na folha para imprimir nome, preço e código de barras dentro do picote.

Perfis de folha e calibração

No KiPDV você cadastra o perfil da folha: colunas, linhas, margens e espaçamentos (há perfil padrão A4 70×35 em grade 3×8, e outros formatos configuráveis). Existe ainda a calibração fina — deslocamento horizontal e vertical em milímetros — até a impressão casar com o picote da sua marca de etiqueta. Fez uma vez, salvou no perfil, esqueceu.

Nas etiquetas saem, conforme o perfil:

  • nome e preço de venda;
  • código de barras do produto (quando habilitado no perfil) — facilita conferência de gôndola e reposição.

O problema real não é imprimir — é reimprimir

Etiqueta desatualizada gera discussão no caixa: a gôndola diz um preço, o sistema cobra outro (e, na prática de defesa do consumidor, o menor preço costuma prevalecer). Por isso o fluxo no KiPDV amarra a mudança de preço de venda à fila de reimpressão: alterou o preço — na mão ou resolvendo uma revisão de custo — o produto entra na fila. Na hora de imprimir, você gera folhas só com o que mudou, em vez de reimprimir a loja inteira.

O que o sistema não faz (ainda): “continuar no meio da folha” a partir de uma etiqueta livre específica. Cada job preenche a grade a partir do início do perfil. O ganho de papel vem da fila só dos preços alterados, não de reaproveitar meia folha residual.

Quando migrar para a térmica?

Quando o volume de remarcação diária começar a comer folhas demais — aí a térmica de etiquetas se paga. Até lá, a impressora comum com perfil calibrado resolve com custo baixo, usando o mesmo cadastro de produtos e a mesma fila de reimpressão. Etiquetas de gôndola estão disponíveis no PDV (não dependem do módulo B2B).

Etiqueta de balança — com peso e preço embutidos no código — é outro fluxo: veja a etiqueta PLU da Toledo Prix.

Perguntas frequentes

Preciso de impressora térmica para etiquetas de gôndola?
Não. O KiPDV imprime em folha A4 adesiva picotada (Pimaco e similares) na impressora jato de tinta ou laser que você já tem, usando perfis de folha com calibração em milímetros.
Como sei quais etiquetas reimprimir quando os preços mudam?
Toda alteração de preço de venda coloca o produto na fila de reimpressão. Na hora de imprimir, você gera folhas só com o que mudou, em vez de reimprimir a loja inteira.
Dá para aproveitar meia folha já usada?
Ainda não — cada impressão preenche a grade a partir do início do perfil. A economia vem de imprimir apenas a fila de preços alterados, não de reaproveitar folha residual.
Etiqueta de gôndola exige plano específico ou módulo B2B?
Não — as etiquetas de gôndola fazem parte do PDV e não dependem do módulo B2B.

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